Caneta leitora de código de barras
O leitor em forma de caneta que se arrastava à mão sobre um código de barras impresso — o mais simples dos primeiros scanners.
A caneta leitora era o mais barato dos primeiros scanners: a ponta abriga um LED e um fotodiodo, e, conforme ela percorre o código, a luz refletida alterna entre barras e espaços. A eletrônica cronometra essas transições em vez de medir larguras, já que a velocidade do movimento varia de uma passada para outra.
É justamente por isso que simbologias autoverificáveis como o Code 39, tolerantes a velocidade irregular, eram tão importantes. As canetas foram comuns em depósitos e bibliotecas nos anos 1970 e 80, mas perderam para os leitores a laser e CCD, que leem à distância e nunca desgastam a etiqueta.