Etiqueta Kimball
As pequenas etiquetas de cartão perfurado em peças de roupa, lidas por máquina no caixa — a antecessora do código de barras nas lojas.
A etiqueta Kimball era um pequeno tíquete de papel perfurado preso a roupas e outras mercadorias em lojas, com furos que codificavam item, tamanho e preço. Na venda, a etiqueta era destacada e lida por um leitor Kimball, ou reunida e passada numa leitora de cartões perfurados para a contabilidade de estoque — uma forma de automatizar o inventário muito antes do código de barras.
O sistema, batizado com o nome da empresa americana Kimball, era difundido no comércio de moda dos anos 1950 aos 70. O código de barras e, depois, o UPC acabaram tornando a etiqueta redundante, já que um código impresso é mais barato que um tíquete perfurado e pode ser lido direto da embalagem. A ideia sobrevive: uma identidade legível por máquina em cada item.