Impressora matricial de linha
A velocidade de uma impressora de linha com a liberdade de uma matricial: uma fileira de martelos oscilantes que pontilha a largura inteira da página, uma linha de pontos por vez.
Em vez de tipos fixos, uma fileira de martelos viaja num carro que balança alguns milímetros para os lados, sem parar. O papel avança uma linha de pontos por vez, e os martelos batem na fita onde for preciso deixar tinta. Como a imagem é feita de pontos, e não de caracteres fundidos, a máquina imprime qualquer fonte, gráficos e — o que importa comercialmente — códigos de barras, mantendo a vazão de uma impressora de linha: de algumas centenas a mais de duas mil linhas por minuto.
A Printronix, da Califórnia, lançou a tecnologia em 1974 e vive dela até hoje. Uma técnica de impacto dos anos 1970 continuar à venda nos anos 2020 se explica por duas coisas que a laser não faz: imprimir através das cópias em carbono de formulários multivias e continuar funcionando na poeira, na umidade e no calor onde o toner e o rolo de fusão desistem.