Impressora de linha
Impressora de impacto de alta velocidade que imprime uma linha inteira de texto de uma vez — a mula de carga do mainframe dos anos 1950 aos 1980.
Onde uma máquina de escrever grava um caractere por vez, a impressora de linha grava uma fileira inteira, normalmente de 132 colunas, num único golpe de martelo. As velocidades iam de 600 a bem mais de 1200 linhas por minuto, o bastante para despejar folhas de pagamento, extratos e listagens de compilador sem deixar o mainframe parado. A IBM 1403 (1959) virou o arquétipo: um gabinete do tamanho de um armário que soava como trovão rolando.
Os caracteres ficavam num tambor, corrente ou banda giratória que passava por uma fileira de martelos; o martelo certo disparava no instante em que o glifo certo se alinhava. O papel era contínuo, dobrado em zigue-zague e puxado por tração. As impressoras a laser tomaram os escritórios nos anos 1980, mas as de linha resistiram nas salas de máquinas até os anos 1990, onde volume bruto importava mais que tipografia.