Colormap (X11)
A tabela que decidia quais 256 cores podiam existir na tela ao mesmo tempo, e qual programa tinha o direito de escolhê-las.
Um monitor de 8 bits só mostrava 256 cores por vez, mas quais eram elas dependia de uma tabela de consulta no hardware gráfico. O X11 chamava essas telas de visual PseudoColor e deixava os programas pedirem células de cor de um mapa padrão compartilhado. Um cliente ganancioso — o Netscape era famoso por isso — podia esgotar as células e obrigar o próximo programa a se contentar com o tom mais próximo que sobrasse.
A alternativa era um colormap privado. Só que o hardware comportava apenas um mapa instalado por vez, então, quando o foco mudava, o gerenciador de janelas trocava as tabelas e o resto da tela virava uma explosão psicodélica de falsas cores. Isso ficou conhecido como colormap flashing. O ICCCM definiu regras sobre quem podia instalar o quê, mas foi o TrueColor de 24 bits que tornou a questão toda irrelevante.