Plotly
Gráficos interativos desde a origem — zoom, hover, ligar e desligar séries — com bindings para Python, R e Julia.
A empresa foi fundada em Montreal, em 2012, e a princípio vendia um serviço hospedado; a biblioteca central, plotly.js, foi liberada sob MIT em 2015, e foi aí que a adoção decolou. Uma figura é puro dado: uma lista de traces e um objeto de layout, na prática um JSON. O mesmo gráfico tem, portanto, a mesma descrição em qualquer linguagem, e os bindings são camadas finas que apenas geram essa estrutura.
No Jupyter, o argumento óbvio contra o matplotlib é poder dar zoom nos próprios dados. O Plotly Express (2019) deixou a API enxuta o bastante para análise exploratória, e o Dash (2017) construiu um framework inteiro para apps web analíticos em cima dele — popular entre analistas de dados que não querem aprender front-end. O custo é o tamanho do bundle: o plotly.js é grande.