Compressão com perdas
Descartar informação que o olho ou o ouvido não notariam de qualquer forma — e assim comprimir muito mais do que seria possível de outro jeito.
Métodos sem perdas só conseguem explorar redundância e raramente chegam abaixo de um terço do tamanho original. Métodos com perdas usam modelos perceptuais: o JPEG descarta detalhes de alta frequência aos quais o olho é insensível, o MP3 descarta sons mascarados por tons mais fortes ao lado.
A consequência é que cada recodificação degrada o material, já que o passo seguinte comprime os artefatos deixados pelo anterior. O efeito se chama perda geracional e é por isso que uma imagem salva dez vezes fica quadriculada — e é a base de todo o gênero de imagens de internet deliberadamente comprimidas até o limite.