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Konqueror

Infraestrutura Svenska → Atualizado: 2026-10-09
Mais informações
Criado por
KDE
Ano
Tipo
Gerenciador de arquivos e navegador
Licença
GPL
Site oficial
Código-fonte
invent.kde.org
Antecessor
kfm

O gerenciador de arquivos e navegador do KDE 2 numa só janela, montado com componentes intercambiáveis, cujo motor HTML, o KHTML, se tornou o ancestral do Safari e do Chrome.

Quando o KDE 2.0 foi lançado, em outubro de 2000, o kfm tinha sido reescrito do zero como um programa cuja única função própria era ser uma casca vazia. Visualizações de diretório, páginas HTML, editores de texto e visualizadores de imagem eram carregados como componentes KParts na mesma janela, de modo que clicar num PDF o abria ali mesmo, e não em outro aplicativo. A barra de endereços aceitava file:, http:, ftp: e, logo depois, fish: e smb: via KIO. O nome era uma piscadela para Navigator e Explorer: depois do navegador e do explorador vem o conquistador, escrito com K.

O lado HTML, o KHTML com o motor JavaScript KJS, nunca teve chance contra o Gecko nas guerras dos navegadores, mas em 2002 a Apple o escolheu como base do Safari porque o código era pequeno e legível; o WebKit, e portanto o Blink, descendem dele. No KDE 4 (2008), o Dolphin assumiu o gerenciamento de arquivos e o Konqueror encolheu para um navegador que pouca gente usava. Ele sobrevive com o QtWebEngine, do Chromium, como motor, enquanto o KHTML saiu do KDE Frameworks 6 em 2024, 26 anos depois de o widget HTML do kfm desenhar sua primeira página.

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