Konqueror
Mais informações
- Criado por
- KDE
- Ano
- Tipo
- Gerenciador de arquivos e navegador
- Licença
- GPL
- Site oficial
- konqueror.org
- Código-fonte
- invent.kde.org
- Antecessor
- kfm
O gerenciador de arquivos e navegador do KDE 2 numa só janela, montado com componentes intercambiáveis, cujo motor HTML, o KHTML, se tornou o ancestral do Safari e do Chrome.
Quando o KDE 2.0 foi lançado, em outubro de 2000, o kfm tinha sido reescrito do zero como um programa cuja única função própria era ser uma casca vazia. Visualizações de diretório, páginas HTML, editores de texto e visualizadores de imagem eram carregados como componentes KParts na mesma janela, de modo que clicar num PDF o abria ali mesmo, e não em outro aplicativo. A barra de endereços aceitava file:, http:, ftp: e, logo depois, fish: e smb: via KIO. O nome era uma piscadela para Navigator e Explorer: depois do navegador e do explorador vem o conquistador, escrito com K.
O lado HTML, o KHTML com o motor JavaScript KJS, nunca teve chance contra o Gecko nas guerras dos navegadores, mas em 2002 a Apple o escolheu como base do Safari porque o código era pequeno e legível; o WebKit, e portanto o Blink, descendem dele. No KDE 4 (2008), o Dolphin assumiu o gerenciamento de arquivos e o Konqueror encolheu para um navegador que pouca gente usava. Ele sobrevive com o QtWebEngine, do Chromium, como motor, enquanto o KHTML saiu do KDE Frameworks 6 em 2024, 26 anos depois de o widget HTML do kfm desenhar sua primeira página.