Metáfora da área de trabalho
Fingir que a tela é uma mesa com papéis, pastas e uma lixeira — a analogia mais longeva da indústria.
A metáfora ganhou forma final no Xerox Star, de 1981: documentos como ícones, pastas para guardá-los, uma lixeira para jogá-los fora e uma área de trabalho onde tudo fica à vista. A ideia era que funcionários de escritório adivinhassem como o sistema funcionava raciocinando a partir de algo que já conheciam.
A analogia sobreviveu às suas premissas. Arquivos há muito vivem na nuvem, e não em pastas, celulares nunca tiveram área de trabalho, e uma geração inteira busca documentos em vez de navegar até eles. Ainda assim a superfície continua se chamando desktop, e a lixeira continua no canto.