XTEA
Uma variante aprimorada da cifra de bloco TEA, publicada em 1997 para corrigir uma fraqueza do original.
David Wheeler e Roger Needham projetaram o TEA em 1994 para ser curto, rápido e fácil de memorizar. Era simples o bastante para ter uma falha: várias chaves equivalentes, o que viabilizava ataques de chaves relacionadas. O XTEA de Needham e Wheeler, de 1997, mantém o bloco de 64 bits e a chave de 128 bits, mas usa um agendamento de chaves mais complicado.
Hoje aparece sobretudo em pequenos sistemas embarcados e em material didático. Onde se exige uma cifra padronizada, o AES é a melhor escolha.