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Desktops (Sysinternals)

Infraestrutura Svenska → Atualizado: 2026-10-10

As áreas de trabalho virtuais da Sysinternals para Windows, de 2008, incomuns por serem construídas sobre os objetos desktop reais do kernel, o que as deixava genuinamente isoladas e tornava impossível mover uma janela de uma para outra.

O Windows tem desde o NT uma noção de desktop no kernel: um objeto dentro de uma window station, com sua própria lista de janelas, sua própria área de transferência e seus próprios hooks. É assim que a tela de logon e o desktop seguro do UAC ficam longe dos programas comuns. Mark Russinovich fez o Desktops criar até quatro deles com CreateDesktop, iniciar um Explorer separado com barra de tarefas própria em cada um e alternar com SwitchDesktop em Alt+1 a Alt+4.

A vantagem era que cada desktop era real: um programa no desktop 2 não podia ver nem enviar mensagens às janelas do desktop 1. As desvantagens decorriam do mesmo fato. Janelas não podiam ser movidas entre desktops, programas de instância única se recusavam a abrir uma segunda vez, e um desktop não podia ser fechado, só abandonado até o logoff. Quando o Windows 10 ganhou desktops virtuais nativos, em 2015, a Microsoft seguiu o caminho oposto, escondendo e mostrando janelas em um único desktop, o mesmo truque que o VirtuaWin usava havia quinze anos.

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