Codificação RLL
Espremeu mais uns 50% dos discos rígidos dos anos 1980 controlando quantos zeros podiam ficar entre as transições de fluxo.
O RLL (run-length limited) generaliza a ideia por trás do MFM: em vez de uma regra fixa por bit, grupos de bits são traduzidos em padrões nos quais o número de zeros entre dois uns fica garantidamente dentro de uma faixa. A variante mais comum, o RLL (2,7), permitia no mínimo dois e no máximo sete zeros seguidos. Menos transições desnecessárias significava mais bits no mesmo espaço — tipicamente 50% a mais que o MFM no mesmo disco rígido.
Um drive ST-506 de 20 MB virava um de 30 MB só trocando a controladora, desde que a mídia e as cabeças estivessem limpas o bastante para as transições mais apertadas. O RLL decolou comercialmente por volta de 1987 e sobrevive de forma avançada (PRML) em todo disco rígido moderno.