Viés do RC4
A saída do RC4 não é uniformemente aleatória, e a falta de aleatoriedade aparece logo nos primeiros bytes.
Em 2000, Fluhrer e McGrew mostraram que o fluxo de chave do RC4 tem correlações estatísticas que uma cifra ideal não teria. Em 2001, Mantin e Shamir descobriram que o segundo byte de saída é zero cerca de duas vezes mais do que deveria. Não era só curiosidade acadêmica: no TLS, um cookie enviado no início de muitos fluxos cifrados podia ser recuperado a partir dos vieses. A RFC 7465 baniu o RC4 do TLS em 2015, mais de uma década depois de o viés ser conhecido.