Teletransporte quântico
Mover o estado de um qubit para outro qubit distante — sem enviar o qubit e sem ultrapassar a velocidade da luz.
O protocolo foi descrito em 1993 por Bennett e colegas. As partes compartilham de antemão um par emaranhado. Quem envia mede o próprio qubit junto com aquele que quer transmitir, obtém dois bits clássicos como resultado e os transmite por meios comuns. Quem recebe usa esses bits para escolher a correção certa, e o qubit dele passa a ter o estado original.
Nada material se move, e os dois bits clássicos são necessários — logo, nada acontece mais rápido que a luz. O original também é destruído na medição, em perfeita harmonia com o teorema da não clonagem. A técnica não é ficção científica, e sim rotina de laboratório, e sustenta a movimentação de estados entre partes de um computador quântico.