Cifra polialfabética
Uma cifra que troca de alfabeto de substituição ao longo do texto, de modo que a análise de frequência simples perde a força.
Leon Battista Alberti esboçou a ideia por volta de 1467 com seu disco de cifra. Giovan Battista Bellaso formulou em 1553 a versão baseada em palavra-chave, em que uma chave define com qual alfabeto cada letra é cifrada. A cifra acabou levando o nome de Vigenère, em boa parte por atribuição equivocada no século XIX, embora ele só tenha descrito um método parecido.
Levou três séculos para cair em letra impressa. O método de Kasiski, de 1863, revela o tamanho da chave a partir de trechos repetidos no texto cifrado. Conhecido o tamanho, o texto se divide em vários fluxos, e cada um é uma cifra de substituição simples que a análise de frequência resolve com facilidade.