plwm
O Pointless Window Manager: escrito inteiramente em Python, mais um kit de montar do que um produto acabado.
Peter Liljenberg começou o plwm no fim dos anos 1990 e precisava de um jeito de falar o protocolo X a partir do Python. Então escreveu o python-xlib, uma implementação do protocolo em Python puro que nem sequer se liga à biblioteca em C. Essa biblioteca acabou sendo a parte que sobreviveu: ainda é usada por programas que automatizam teclado e mouse.
O gerenciador de janelas em si era um conjunto de classes — molduras, política de foco, atalhos de teclado, uma modeline — que você estendia e combinava na sua própria configuração, que portanto era um programa Python. O nome era autodepreciativo, mas não totalmente injusto; ninguém configurava o plwm sem querer escrever o seu próprio. A ideia de que configuração é código voltou mais tarde no xmonad, no awesome e no Qtile.