Gravação magnética perpendicular (PMR)
Colocar a magnetização de cada bit em pé, em vez de deitada — para caber mais bits antes que fiquem termicamente instáveis.
A gravação longitudinal deitava a magnetização de cada bit no plano do prato, mas, quanto mais apertados os bits, mais perto chegavam do limite superparamagnético, em que o calor os inverte ao acaso. A gravação perpendicular põe a magnetização em pé, em ângulo reto com a superfície, permitindo grãos menores porém mais estáveis e, com isso, maior densidade de área. A Toshiba lançou o primeiro produto em 2005 e a técnica tomou todo o mercado de HDs.
O PMR, por sua vez, virou a base dos métodos assistidos por calor e por micro-ondas (HAMR, MAMR). Note que PMR diz respeito a como um bit é gravado, não a como as trilhas são dispostas — isso é assunto do SMR.