Leitora de fita de papel
Dispositivo que lê dados a partir do padrão de furos numa tira de papel — o primo do leitor de cartões perfurados para um rolo contínuo.
A fita de papel tinha de cinco a oito trilhas de furos por linha e era lida mecanicamente, com pinos, ou — de forma mais rápida e delicada — opticamente, com fotocélulas atrás da tira. A leitora era item padrão no teletipo e nos primeiros minicomputadores: um PDP-8 ou PDP-11 muitas vezes dava boot com uma leitora fotoelétrica rápida puxando o código de bootstrap de uma fita. As mecânicas liam dezenas de caracteres por segundo; as fotoelétricas, milhares. A fita era barata e fácil de corrigir — cortava-se e emendava-se —, mas frágil e lenta para pesquisar, e sumiu quando a fita magnética e o disco tomaram conta do armazenamento nos anos 1970.