OpenCL
Padrão aberto para executar computação em GPUs, CPUs e FPGAs a partir do mesmo código-fonte: o contrapeso neutro ao CUDA que nunca chegou a vencer.
A Apple redigiu a proposta inicial e a entregou ao Khronos Group, que lançou a versão 1.0 no fim de 2008. O modelo de programação lembra o CUDA: um kernel é escrito em um dialeto de C e executado por milhares de work items em work groups, com memória global, local e privada gerenciadas explicitamente. A diferença é que o mesmo código deveria rodar no hardware de qualquer fabricante.
Na prática, a portabilidade perdeu. A Nvidia tinha ferramentas melhores, profilers melhores e um ecossistema de bibliotecas em que o código CUDA podia se apoiar, enquanto a qualidade dos drivers OpenCL variava enormemente entre fabricantes. O padrão sobrevive em sistemas embarcados, processamento de sinais e como formato intermediário via SPIR-V, enquanto muito trabalho novo vai para Vulkan Compute e SYCL.