NIST SP 800-132
A recomendação do NIST de 2010 para derivar chaves de criptografia a partir de senhas, na prática um manual do usuário do PBKDF2.
Publicada em dezembro de 2010, trata de chaves para dados em repouso — discos e arquivos cifrados, não logins de rede. Ela aprova o PBKDF2 com HMAC e fixa pisos: um salt de pelo menos 128 bits e no mínimo 1.000 iterações, idealmente 10 milhões para chaves especialmente críticas, se o usuário aguentar a espera.
Também descreve como uma chave derivada de senha deve cifrar uma chave-mestra aleatória, e não os dados em si, de modo que trocar a senha não signifique recifrar tudo. Os números envelheceram pior que os princípios: uma GPU devora 1.000 iterações em microssegundos, e funções que exigem muita memória, como o Argon2, não aparecem em lugar nenhum.