Criptoanálise mod n
Um primo da criptoanálise linear que acompanha como os valores se distribuem módulo um número pequeno, em vez de como os bits individuais se comportam.
John Kelsey, Bruce Schneier e David Wagner apresentaram a técnica em 1999. A criptoanálise linear procura relações XOR entre bits; a variante mod n pergunta se x mod 3 (ou outro n pequeno) fica distribuído de forma desigual ao atravessar a cifra. Ela funciona contra projetos que misturam rotações de bits com adição comum, já que uma rotação de 32 bits preserva o resíduo mod 3 de maneira previsível.
As vítimas foram o RC5P, uma variante do RC5 que usa adição no lugar de XOR, e a cifra M6. Nada de uso amplo caiu, mas serviu de lembrete de que "misturar operações de grupos algébricos diferentes" não significa segurança automática.