Marco Polo
App de mensagens de vídeo assíncronas. Você manda vídeos curtos para amigos ou grupos e quem recebe assiste quando quiser. Um "walkie-talkie de vídeo". Lançado em 2014, popular entre famílias e pequenos grupos de amigos, com pico durante a covid em 2020.
Não confundir com o Marco Polo (a brincadeira de piscina), nem com vídeo síncrono (FaceTime). É antimensagem de texto: prefere o vídeo por passar a sensação de presença. Modelo de assinatura (US$ 30 por ano no Premium) desde 2020 — uma virada polêmica depois de ser gratuito. Alternativas modernas: mensagens de voz nas DMs do Instagram e áudios do WhatsApp. Uso real: avós e netos à distância, grupos de amigos da faculdade, grupos de pais. Nicho menor em 2024, mas com base fiel. O fundador, Vlad Tanasescu, disse explicitamente "não queremos crescimento viral, queremos sustentável" — uma filosofia de startup bem diferente.