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LightDM

Infraestrutura Svenska → Atualizado: 2026-10-10

O gerenciador de login da Canonical, de 2010, feito para que a tela de login fosse um programa substituível — e é por isso que Ubuntu, Mint e os desktops Xfce acabaram cada um com seu próprio greeter sobre o mesmo daemon.

Robert Ancell escreveu o LightDM na Canonical em torno de uma única separação. O daemon faz o que um gerenciador de login precisa fazer: iniciar o servidor X, autenticar via PAM, lançar a sessão e atender o XDMCP. Ele não desenha nada. A tela de login, o greeter, é um processo separado que conversa com o daemon pela biblioteca liblightdm e pode ser escrito em qualquer toolkit. O GDM tinha acabado de ser reescrito e virado, na prática, um GNOME Shell disfarçado, e "light" queria dizer não arrastar o GNOME inteiro só para uma caixa de senha.

O Ubuntu adotou o LightDM no 11.10, no outono de 2011 no hemisfério norte, com um greeter do Unity, e o ecossistema foi atrás: lightdm-gtk-greeter para os desktops Xfce, slick-greeter no Mint, o próprio do elementary. Sessões de convidado, multi-seat e um servidor VNC embutido viviam no daemon. Quando o Ubuntu abandonou o Unity em 2017, voltou ao GDM, mas o LightDM continua como padrão no Xubuntu, no Linux Mint e no elementary OS. O greeter roda sobre o X mesmo quando a sessão que ele inicia é Wayland.

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