IPC (Comunicação entre processos)
O termo guarda-chuva para o modo como processos conversam entre si apesar de terem memória separada e isolada.
O isolamento entre processos é justamente o objetivo dos espaços de endereçamento protegidos, mas ele precisa poder ser transposto de forma controlada. A caixa de ferramentas vai do mais simples ao mais rápido: sinais enviam uma notificação pura, sem conteúdo; pipes oferecem um fluxo de bytes em uma direção; sockets Unix permitem comunicação bidirecional com fronteiras de mensagem; filas de mensagens acrescentam ordenação por prioridade.
A memória compartilhada é o caso especial — nada é copiado, os dois processos recebem as mesmas páginas físicas mapeadas. Isso a torna a mais rápida, mas também a única que exige sincronização própria, já que o kernel não faz a mediação. No desktop, o D-Bus fica sobre os sockets e oferece uma interface nomeada e tipada em vez de bytes crus.