Disco de intro
Revista eletrônica que começava com uma curta sequência de introdução programada antes de carregar os artigos.
As disk magazines das décadas de 1980 e 1990 costumavam abrir com uma intro de demo: um loop musical de dez segundos e uma tela de título animada, e só então o texto carregava. Era a maneira da cena de se exibir e, ao mesmo tempo, embutir sua estética no próprio meio — não bastava escrever sobre a demoscene, era preciso demonstrá-la. Os discos de intro viraram coletâneas de minidemos, e a intro em si se tornou uma forma de arte, na qual grupos rivais firmavam identidade com música e gráficos. Ler uma disk magazine não era consumo passivo; era uma apresentação.