Glob
Casamento de padrões para nomes de arquivo: *.txt, foto_?.jpg, src/**/*.js.
O nome vem de /etc/glob, um pequeno binário auxiliar do Unix primitivo que o shell chamava para expandir curingas antes de aprender a fazer isso sozinho. O programa morreu faz tempo; o nome sobreviveu e virou verbo.
A sintaxe é de propósito muito menos expressiva que a de regex: * casa zero ou mais caracteres, exceto a barra; ? casa exatamente um; [abc] é uma classe de caracteres e {a,b} dá alternância (extensão do bash). O ** recursivo veio ainda mais tarde e se comporta de jeitos irritantemente diferentes em bash, zsh, Python e npm. O que pega gente em scripts: quem expande o padrão é o shell, não o programa — e, se nada casar, a maioria dos shells repassa o padrão literalmente.