Análise de frequência
Em inglês, o "E" é a letra mais comum — e isso basta para quebrar qualquer cifra que não esconda as estatísticas.
Método para quebrar cifras de substituição contando quantas vezes cada caractere aparece no texto cifrado e comparando com a distribuição conhecida do idioma. Foi descrito por al-Kindi, em Bagdá, no século IX, no que costuma ser considerado o mais antigo texto sobrevivente de criptoanálise.
A análise se estende a bigramas e trigramas — "th" e "the" em inglês — e ao tamanho das palavras quando os espaços não são disfarçados. A defesa é achatar a distribuição do texto cifrado: cifras polialfabéticas, cifras de bloco com boa difusão ou compressão antes da criptografia. Para uma cifra moderna a exigência é ainda maior: a saída não pode ser distinguível de dados aleatórios.