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Cartucho de fontes

Hardware Svenska → Atualizado: 2026-10-05

Um módulo ROM que encaixava na frente da impressora e lhe dava letras que ela não trazia de fábrica.

A primeira HP LaserJet (1984) saía com exatamente uma fonte: Courier, corpo 12, em retrato. Quem quisesse Times ou Helvetica — num tamanho específico e numa orientação específica — comprava um cartucho e o enfiava numa baia no painel frontal. A HP os batizou com letras: cartucho B, F, Z. Cada um guardava bitmaps prontos em ROM, uma imagem por tamanho de corpo, porque a impressora não tinha processador nem memória para escalar nada sozinha.

A alternativa eram as fontes soft, baixadas pelo cabo para a RAM da impressora e perdidas na próxima queda de energia, além de módulos de terceiros como o "25 in One!" da Pacific Data Products, que enfiava dezenas de fontes num só cartucho. As matriciais tinham a mesma ideia em escala menor. O PCL 5 e a LaserJet III (1990) tornaram as fontes escaláveis dentro da impressora e, quando TrueType e PostScript devolveram a tipografia ao computador, o cartucho ficou sem função.

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