Desfragmentação
Reunir os blocos espalhados de um arquivo para que fiquem em sequência, poupando a cabeça de leitura de ficar pulando de um lado para o outro.
Conforme arquivos são criados e apagados sem parar, os clusters livres de um sistema de arquivos ficam espalhados, e os arquivos novos são gravados em pedaços onde houver espaço. Em um disco rígido giratório, cada pedaço custa uma busca, e um disco muito fragmentado fica visivelmente lento. A desfragmentação lê os pedaços e os regrava de forma contígua — o Norton Speed Disk e, depois, o defrag embutido do Windows eram rotina nos anos 1990.
Em um SSD o exercício é inútil e ainda prejudicial: não há busca mecânica a economizar, e as gravações extras só desgastam as células. Os sistemas operacionais modernos executam TRIM no lugar. Alguns sistemas de arquivos, como o ext4 e os de copy-on-write, já resistem à fragmentação de saída.