Cattle, not pets
Animais de estimação têm nome e vão ao veterinário. Gado tem número e é substituído. Seus servidores deveriam ser gado.
A metáfora foi cunhada por Bill Baker, da Microsoft, e espalhada por Randy Bias por volta de 2012. Um "pet" é aquele servidor com nome de deus nórdico, configurado à mão ao longo de anos, que ninguém tem coragem de reiniciar e cuja reconstrução ninguém mais sabe descrever. "Cattle" são instâncias numeradas, criadas a partir de um template, substituídas ao primeiro sinal de problema e nunca consertadas.
Todo o modelo moderno de operações pressupõe a segunda opção: autoscaling, infraestrutura imutável, atualizações contínuas e orquestração de containers só funcionam se uma instância individual for descartável. O detalhe que costuma ser esquecido é que nem tudo pode ser gado — o estado precisa morar em algum lugar, e esse banco de dados continua sendo um pet, por mais bem cuidado que seja.